Diversos profissionais têm me procurado, perguntando sobre currículos, livros, cursos, certificações, ferramentas. Tudo isso é importante, mas a realidade nos obriga também a estudar a psiquiatria, a psicologia e a genética médica, complementando nossos currículos.
Há muito tempo o mundo assiste ao crescimento de líderes doentes mentalmente. Não falo apenas de nações, de estados ou de cidades. Falo de empresários do dia-a-dia, doa chamados influenciadores digitais, dos donos de incorporadoras, dos campeões de vendas de imobiliárias. Falo de esposas, de pais de família, de chefes em organizações. Falo sobre pessoas sem saúde mental em posições de poder político ou económico. Falo até de médicos alucinados, que colocam o lucro acima da saúde.
Cada profissional precisa localizar seus clientes doentes e deve saber lidar com eles. Deve aconselhá-los e, algumas vezes largá-los a sua própria sorte, o recomendar profissionais de saúde mental.
Parentes também estão nessa lista. Quem não tem um parente louco ou estranho, vítima de problema genético ou de dependência de drogas lícitas ou ilícitas ?
Nossos profissionais precisam sempre buscar o equilíbrio, para poder distribui-lo. Precisam parecer confiáveis e, para isto, precisam ser confiáveis. Precisam ter sido expostos aos aspectos mais deploráveis da mente humana, para que possam lidar com o imprevisto das relações.
Assim, proponho o aumento radical de oferta das disciplinas da mente, não só para os especialista de TI. Para todos que lidam com gente. Não há nada mais perigoso que um doido com dinheiro no bolso e sem suporte moral que o proteja de si mesmo.

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