Gabinete do ódio busca comprar nova ferramenta espiã intitulada DarkMatter.

Jamil Chade e Lucas Valença
Do UOL, em Genebra e em Brasília
17/01/2022 04h00

As maiores empresas da aviação mundial estavam reunidas na feira aeroespacial conhecida como Dubai AirShow quando, no dia 14 de novembro, um domingo, um integrante do chamado “gabinete do ódio” entrou no stand de Israel, que funcionou pelo primeiro ano no local, com o interesse de municiar o grupo paralelo com uma poderosa ferramenta espiã, para ser usada, em especial, neste ano eleitoral.

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Após ‘spam telefônico’, Justiça condena INSS por vazar dados a bancos.

Abinoan Santiago
Colaboração para Tilt, em Florianópolis
22/06/2022 16h15 Atualizada em 23/06/2022 18h16

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) foi condenado pela Justiça a pagar uma indenização de R$ 2,5 mil em danos morais a uma moradora de Marília, em São Paulo, pelo repasse indevido de seus dados a bancos. Suas informações, segundo consta no processo, foram usadas por instituições financeiras para a oferta de serviços e empréstimos por meio de várias ligações de telemarketing. De acordo com a decisão do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), determinada no último dia 15, o INSS e a Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência) vazaram dados da segurada sem o devido consentimento e descumpriram as regras da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

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Pagamentos de alvarás da Justiça do Trabalho são suspensos após suspeita de fraude.

Extra
Leticia Lopes e Paolla Serra
Publicado em 13/11/22 13:05. Atualizado em13/11/22 13:07

A Justiça do Trabalho suspendeu preventivamente, em todo o país, o acesso aos sistemas de pagamento de alvarás eletrônicos após o certificado digital de um magistrado do Tribunal Regional do Trabalho do Rio (TRT-1) ser acessado de maneira fraudulenta. As ferramentas, também conhecidas como tokens, são usadas por juízes e desembargadores para acessar eletronicamente os processos e autorizar pagamentos judiciais.

O caso envolveu a 80ª Vara do Trabalho da capital. Como medida de segurança, o TRT-1 suspendeu preventivamente o acesso aos sistemas de pagamento de alvarás eletrônicos pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (SIF e SISCONDJ), medida que se estendeu a todos os tribunais do país.

O TRT-1 abriu um procedimento na última sexta-feira (dia 11) para apurar o incidente, e informou, em nota, que a Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF), o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foram notificados.

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MPF pede investigação sobre ‘apagão’ nos computadores da Presidência

Estadão Conteúdo
12 de novembro de 2022 12:30

Queima de arquivo ou ataque hacker? MPF pede investigação sobre ‘apagão’ nos computadores da Presidência.

Formatação dos computadores da Presidência teria ocorrido cinco dias depois da confirmação da derrota de Bolsonaro para Lula.

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF) pediu na sexta-feira a abertura de uma investigação sobre um “apagão” de documentos nos computadores do Palácio do Planalto.

A suposta formatação dos computadores da Presidência da República teria ocorrido em 4 de novembro, cinco dias depois da confirmação da derrota do presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições.

A notícia foi publicada em primeira mão pelo portal Metrópoles.

O que o MPF quer saber


O órgão pediu que a Secretaria-Geral da Presidência explique de quem partiu a ordem de formatação dos HDs e se algum procedimento administrativo foi aberto para investigar as causas e os responsáveis.

O MPF disse que os “fatos são graves e suficientes para instaurar uma investigação”. Também afirmou que a Presidência da República não esclareceu se computadores foram formatados, se arquivos foram danificados ou apagados, se dados sensíveis foram vazados, se dados públicos foram perdidos ou se houve alguma apuração interna sobre a origem do ataque.

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Unrestricted Warfare: China’s Master Plan to Destroy America.

Liang Qiao, Wang Xiangsui, Xiangsui Wang

NewsMax Media, Inc., 2002 – 197 páginas

Traduzido da anotação fornecida pelo editor de documentos originais chineses. Por mais incrível que possa ser acreditar, três anos antes do atentado de 11 de setembro ao World Trade Center – um manual militar chinês chamado Guerra Irrestrita divulgou tal ataque – sugerindo que seria difícil para os militares dos EUA lidar com isso. Agora NewsMax.com está disponibilizando a tradução da CIA deste livro chocante para todos os americanos. Ao ler o manual militar da China “Unrestricted Warfare”, você aprenderá que os eventos de ll de setembro não foram um ato aleatório perpetrado por agentes independentes. Em vez disso, os planejadores militares chineses acreditam que o terrorismo é apenas uma das muitas ferramentas nas mãos das nações e seus aliados terroristas para travar uma guerra total contra os Estados Unidos. A doutrina da guerra total descrita em Unrestricted Warfare demonstra claramente que a República Popular da China está se preparando para enfrentar os Estados Unidos e nossos aliados conduzindo ataques “assimétricos” ou multidimensionais em quase todos os aspectos de nossa vida social, econômica e política.

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Clusters and the New Economics of Competition

Michael E. Porter

From the Harvard Business Review Magazine (November-December 1998)

Agora que as empresas podem obter capital, bens, informações e tecnologia de todo o mundo, muitas vezes com o clique de um mouse, grande parte da sabedoria convencional sobre como empresas e nações competem precisa ser revisada. Em teoria, mercados globais mais abertos e transporte e comunicação mais rápidos deveriam diminuir o papel da localização na competição. Afinal, qualquer coisa que possa ser eficientemente obtida à distância por meio de mercados globais e redes corporativas está disponível para qualquer empresa e, portanto, é essencialmente anulada como fonte de vantagem competitiva.
Mas se a localização importa menos, por que, então, é verdade que as chances de encontrar uma empresa de fundos mútuos de classe mundial em Boston são muito maiores do que em qualquer outro lugar? Por que o mesmo poderia ser dito de empresas relacionadas a têxteis na Carolina do Norte e Carolina do Sul, de empresas automobilísticas de alto desempenho no sul da Alemanha ou de empresas de calçados de moda no norte da Itália ?
O mapa econômico do mundo de hoje é dominado pelo que chamo de clusters: massas críticas – em um só lugar – de sucesso competitivo incomum em campos específicos. Os clusters são uma característica marcante de praticamente todas as economias nacionais, regionais, estaduais e até metropolitanas, especialmente em nações economicamente mais avançadas. Vale do Silício e Hollywood podem ser os aglomerados mais conhecidos do mundo. No entanto, os clusters não são exclusivos; eles são altamente típicos – e aí reside um paradoxo: as vantagens competitivas duradouras em uma economia global estão cada vez mais em coisas locais – conhecimento, relacionamentos, motivação – que rivais distantes não podem igualar.

[ Original em inglês ]

II CICLO DE SEMINÁRIOS DA GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA • UFJF

Está acontecendo a semana do ICE (Instituto de Ciências Exatas) da UFJF – Universidade Federal de Juiz de Fora. Durante e semana ocorrerão, além da feira de ciências, algumas palestras online. Todas serão transmitidas no canal do ICE. Para quem não tem tempo ou perdeu a oportunidade (já que soubemos hoje), as palestras também poderão ser vistas posteriormente.

SEMANA DO ICE • UFJF – II CICLO DE SEMINÁRIOS DA GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA • UFJF

  1. Paulo Menezes (UFJF) – 17/10 às 14h
    Título: Formação de Professores de Física para o Sec. XXI: perspectivas e desafios
  2. Guilherme Brockington (UFABC) – 18/10 às 10h
    Título: Neurociência e o ensino de física
  3. Ilya Shapiro (UFJF) – 18/10 às 14h
    Título: O problema de constante cosmológica e grupo de renormalização
  4. Sócrates de Oliveira (UFJF) – 20/10 às 10h
    Título: Empresa Júnior – Física: Uma oportunidade
  5. Júnior Toniato (UFES) – 20/10 às 14h
    Título: Buracos negros – Como fotografar o invisível?
  6. Débora Menezes (SBF) – 21/10 às 10h
    Título: Fake news e negacionismo científico
  7. Benjamin Fragneaud (UFJF) – 21/10 às 14h
    Título: Síntese e caracterização de materiais 2D.

O I2 e o PVS Adelaide Barbosa

Em fevereiro de 2021, a coordenação do Pré-Vestibular Social Adelaide Barbosa (PVS) pediu ao Instituto Imbuhy colaboração para a solução de um problema: A pandemia estava dificultando a preparação gratuita de seus alunos para o ENEM, outrora presencial.
Em tempo recorde, registramos o domínio e montamos o site, com tecnologia Drupal
e Moodle, com a excelente colaboração do provedor Weblink. Paralelamente, o PVS nos fez conhecer tecnologias como o Google Classroom, o ToAqui, o Moodle para dispositivos móveis e outros.
Nosso intercâmbio tem sido proveitoso e certamente os mais de trinta alunos foram beneficiados. Muitos já foram aprovados já em 2021: na UFRJ, na UERJ, no IFES e no CEDERJ

O curso continua, remotamente, todos os sábados, de 08:00 às 18:30. Todos os professores e monitores são voluntários.

Ministério da Economia e BID criarão Centro Integrado de Segurança Cibernética do Governo Digital.

Iniciativa, que conta com o apoio da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, visa fortalecer a prevenção, o tratamento e a resposta a incidentes cibernéticos.

Publicado em 14/09/2022 14h44

Representantes da Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia (SGD/ME), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) se reuniram, nesta quarta-feira (14/9), para dar início à criação do Centro integrado de Segurança Cibernética do Governo Digital (CSIRT GOV.BR). A iniciativa tem por objetivo fortalecer a prevenção, o tratamento e a resposta a incidentes cibernéticos, como parte das ações de cibersegurança e uso de novas tecnologias no setor público, previstas no acordo de cooperação entre as instituições.
Por meio do Centro Integrado, a SGD atuará na coordenação e integração com os órgãos públicos do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp). A Secretaria adotará medidas de diagnóstico, engajamento, treinamento, comunicação, construção de processos, implementação de tecnologias, além do compartilhamento de competências e habilidades sobre privacidade e segurança da informação voltadas para os órgãos do Sisp.
A parceria com o BID – complementada pelo apoio da RNP – prevê também suporte na criação das equipes de tratamento e incidentes cibernéticos dos órgãos do Sisp. Além disso, inclui a análise não-evasiva e contínua de ameaças e vulnerabilidades nos sistemas de governo, testes de segurança, desenvolvimento de estudos baseados nas melhores práticas nessa temática e, ainda, a análise de ferramentas de Segurança da Informação.
A criação do CSIRT GOV.BR é uma das iniciativas do Programa de Privacidade e Segurança da Informação (PPSI), que busca elevar a maturidade e resiliência em privacidade e segurança da informação nos órgãos da Administração Pública federal.

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MPF investiga se Ministério da Economia liberou acesso a dados biométricos e biográficos de brasileiros para bancos

Acordos de cooperação autorizam compartilhamento de informações do banco de dados da Identidade Civil Nacional e da plataforma gov.br, a título de ‘degustação experimental’. Pasta diz que sistema não está sendo usado na prática.

Por Pedro Alves Neto, g1, DF
06/09/2022 11h44

O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para investigar possíveis irregularidades em dois acordos de cooperação fechados entre o Ministério da Economia, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC).
Os termos permitem que os bancos, por meio das entidades, tenham acesso temporário a dados biográficos e biométricos de cidadãos, cadastrados na base de dados da Identidade Civil Nacional e na plataforma “gov.br”, a título de “degustação experimental”. A investigação foi revelada pelo jornal “O Globo” e confirmada pelo g1.

A assessoria da pasta também afirmou que, na prática, o sistema não está sendo utilizado, e que precisaria de consentimento dos usuários.

Acordos e inquérito


Os acordos de cooperação foram publicados em janeiro deste ano, e foram coordenados pela Secretaria de Governo Digital da pasta.

Os documentos preveem “validação biométrica e biográfica do cidadão na base de dados da identificação civil nacional, de acordo com a Lei nº 13.444, de 11 de março de 2017, bem como a conexão da plataforma de autenticação gov.br e os bancos, permitindo assim a autenticação de cidadãos cadastrados nos bancos, para os fins que especifica”.

Os dados biográficos e biométricos são data de nascimento, nome da mãe, impressão digital, foto de rosto, entre outros. Os termos afirmam ainda que a medida vale por um ano, a partir da publicação, podendo ser prorrogada por até cinco anos.

Já o inquérito do MPF foi aberto em fevereiro de 2022. Segundo o órgão, a investigação “segue em andamento e em fase de apuração”.

“No momento, o MPF aguarda resposta de ofício enviado à Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia para que esclareça se os acordos de cooperação 16 e 27/2021 foram rescindidos e, em positivo, quais seriam os motivos”, afirmou, em nota.

Questionamento anterior

Em fevereiro deste ano, a Associação dos Advogados de São Paulo (AASP) já tinha questionado a medida junto ao Tribunal de Contas da União (TCU). A entidade afirmou, em representação, que havia “sério risco de informações sensíveis serem utilizadas de forma indevida, sem o consentimento e sem nenhum controle”.

O tribunal, no entanto, negou medida cautelar para suspender os acordos, por entender que “não há evidências de compartilhamento ilegal de dados pessoais detidos pela União com o setor privado em face dos acordos de cooperação denunciados”.
Segundo acórdão da Corte, “a denúncia poderá ser apurada para fins de comprovar a sua procedência, em caráter sigiloso”, mas “não se constatam evidências de ilegalidade ou de inexistência de interesse público ou de arbitrariedade na prestação do serviço objeto dos acordos de cooperação firmados entre a SGD/ME e as instituições bancárias”.

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