Uso do ChatGpt em assunto reservado provoca demissão por justa causa.

Eli trabalhava numa grande empresa sul-americana. Foi-lhe solicitado que realizasse um estudo relativo a fusão com outra companhia. Eli lançou os dados no ChatGpt, usando-o para criar desde planilhas até o relatório final.
Acontece que existem pessoas e companhias especializadas em minerar informações das inteligências artificiais. Elas descobriram ouro ao fazerem as perguntas certas à IA.
A fusão ocorreu e grupos de investidores se beneficiaram, aparentemente com informação privilegiada.
O assunto veio ao mercado e o vazamento descoberto. A empresa de Eli tinha licença do Microsoft Pilot, teóricamente mais discreto e restritivo. Eli não precisava usar o ChatGpt, seu predileto.
Mas, em menos de três meses, a empresa sofreu um processo por divulgação de informação privilegiada na bolsa.
Uma investigação foi feita e o responsável localizado nos logs do sistema, através da computação forense. Eli foi demitido por justa causa pois, na admissão, assinara um acordo de confidencialidade.
Notem que ele, a princípio, não contou coisa alguma a humanos.

Sê o primeiro

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *